CDLs integrantes da Região 7 sugerem um Plano de Contingência ao Governo do Estado com proposta de combate ao COVID-19 e flexibilização de medidas para o Comércio Varejista (não essencial-de rua)

Foi entregue e protocolado junto ao Governo do Estado no início de Julho pedido para que seja autorizada a abertura do comércio na Região 7, seguindo as medidas sugeridas através de um Plano de Contingência elaborado e assinado pelas CDLs de Novo Hamburgo, Estância Velha/Ivoti/Lindolfo Collor/Presidente Lucena e São José do Hortêncio, São Leopoldo, Portão, Campo Bom, Sapiranga e Dois Irmãos.
Diversas medidas estão sendo propostas como sugestão neste modelo de contingência, entre elas: – A limpeza minuciosa de todos os equipamentos, componentes, peças e utensílios em geral; – Disponibilizar os insumos completos, como álcool 70% (setenta por cento), luvas e demais equipamentos recomendados para a manutenção de higiene pessoal dos funcionários e demais participantes da atividade, assegurando um ambiente adequado para assepsia.; – Adotar sistemas de escalas, de revezamento de turnos e alterações de jornadas, para reduzir fluxos, contatos e aglomerações de trabalhadores, tais como: (I) horários diferenciados de entrada, intervalos e saídas; (II) organizar a entrega de produtos ou intervalos de descanso dos funcionários, nas próprias empresas, a fim de evitar aglomerações nas áreas de convivência externa. – Limitar em pelo menos, 50% (cinquenta por cento), a área de circulação interna, além de outras medidas.
Como contra partida ao atendimento das flexibilizações propostas, as entidades comprometem-se a acompanhar, orientar e monitorar a aplicação das normativas junto as empresas e realizar ações as comunidades adotem as medidas de prevenção e cuidados.
As CDLs consideram a medida de extrema importância já que o comércio varejista a exemplo dos demais segmentos, foi bastante comprometido à partir das medidas impostas pela pandemia como o fechamento das portas para a prevenção e proteção dos clientes e colaboradores. Um possível aumento da inadimplência e consequente crescimento de demissões no setor é temido diante do atual cenário, caso as portas permaneçam fechadas.