
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH) realizou, na noite desta segunda-feira (23), o CDL Convida, ocasião em que também empossou o Conselho de Administração para o triênio 2026/2028. O encontro reuniu lideranças empresariais, associados e convidados.
Durante a solenidade, o presidente reeleito, Leonardo Lessa (Office Shop), apresentou um balanço dos dois anos de sua gestão. Ele destacou avanços e desafios, com menção especial a 2024, ano marcado pelas enchentes no Rio Grande do Sul. “Tivemos uma agenda intensa de eventos e iniciamos com planos sólidos. A união fez a diferença em 2024. Em 2025, a inovação ganhou espaço com a realização do primeiro Fórum CDL”, afirmou.
Entre os resultados, citou a campanha de Natal, que teve ampla adesão e impacto no comércio local, com participação expressiva também nos bairros, evidenciada pelo volume de cupons distribuídos nessas regiões. Lessa acrescentou que a entidade pretende fortalecer a estrutura comercial e ampliar o engajamento dos associados, com foco em quatro pilares: aprendizado, processos, finanças e governança.
Foram empossados como vice-presidentes Jorge Stoffel (Informatize), Alexsander Dias de Vargas (I9 Academia), Vinícius Klein Bondan (Bondan Advogados), Liziane Froelich (F4 Acessórios), Raquel Belles da Cruz (Ralú Modas) e Janaina Giovenardi (Mundo dos Plásticos).
O Conselho Fiscal é composto, como titulares, por Jaime Machado (Selet Materiais Elétricos), Alexandre Staudt (Exatel) e José Carlos Kasper (Di Kasper), e, como suplentes, por Carlos Eduardo Kranz (Imobiliária Hamburguesa), Miguel Bronislau Kuhn (Broní Modas) e Diego Martinez (Mil Coisas).
A entidade conta ainda com núcleos de Inovação, coordenado por Cíntia Schenkel (Apipa Consultoria); CDL Mulher, sob coordenação de Cris Casagrande (Hering Novo Hamburgo); e Cultura, com Maria Helena Rodrigues, palestrante, professora e escritora.
Palestra aborda desenvolvimento econômico
Na programação do evento, o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, ministrou a palestra “Nações fracassam. E o comércio?”. Ele abordou fatores relacionados ao desenvolvimento econômico, como expansão da força de trabalho, ambiente de negócios, produtividade e acumulação de capital.
O palestrante também tratou do cenário demográfico do Rio Grande do Sul, que deve atingir seu pico populacional em 2026, e das mudanças no ensino superior, com o avanço do ensino a distância, que já supera o presencial no país.
Ao analisar as razões pelas quais nações fracassam, apontou aspectos como fragilidades institucionais e a necessidade de estímulo ao empreendedorismo e à inovação.
No encerramento, destacou o papel da liderança. “O principal desafio de quem lidera é cercar-se das pessoas certas. Os melhores resultados acontecem quando fazemos o melhor por nós e pelo coletivo”, disse.
Crédito fotos: Felipe Utz







